No último dia 7 de Dezembro ocorreu o 2º Seminário de Sustentabilidade, promovido pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), que teve como objetivo a apresentação de alternativas tecnológicas para o tratamento de resíduos, bem como subsidiar a sociedade para melhor entendimento das soluções possíveis.
Na oportunidade, a UFSC foi convidada a apresentar alguns de seus cases ocorrem na Universidade como a Coleta Seletiva Solidária e o tratamento dos resíduos, apresentados pelo servidor Allisson Gomes Castro da Coordenadoria de Gestão Ambiental e Sara Meireles do setor de Gestão de Resíduos.


Apesar do presidente eleito Donald Trump focar sua administração em combustíveis fósseis, a comunidade dos investidores está se movendo a toda velocidade na direção oposta, apostando na redução de emissões e no apoio à energia limpa.
Eventos recentes apontam essa tendência. Investidores vêm diminuindo o peso de ações ligadas à combustíveis fósseis em seus portfólios. Critérios como a mudança climática têm moldado o investimento de US$1,4 trilhão de ativos sob gestão, um aumento de mais de cinco vezes desde 2014. A tecnologia limpa é agora uma consideração incorporada por gestores financeiros, com US $ 354 bilhões em ativos sob gestão. A licitação de um parque eólico nos arredores de Nova York teve tantas ofertas no leilão que teve de ser prorrogado por um dia.
“A energia solar já é a opção de menor custo em partes do mundo e espera-se que vença o carvão globalmente até 2025.”

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Fonte: https://www.greenbiz.com/article/record-14-trillion-sustainability-assets-investors-bail-fossil-fuels.
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O objetivo é garantir que a destinação final das lâmpadas fluorescentes esteja ambientalmente adequada com a Política de Resíduos Sólidos.
O Ministério do Meio Ambiente recebeu vinte novas adesões ao Acordo Setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista. A lista de fabricantes que aderiram a esta iniciativa praticamente dobrou e ainda há outros processos em andamento. O Acordo Setorial foi firmado no dia 27/11/2014 e publicado no Diário Oficial de 03/12/2015.
O processo de construção do acordo setorial de eletroeletrônicos faz parte das exigências da Lei 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O acordo setorial contempla as especificidades no descarte de cada categoria de produtos, desde os celulares até os eletrodomésticos de grande porte.
Para mais informações sobre a matéria: aqui e sobre o PNRS: aqui.

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