Coordenadoria de Gestão Ambiental – CGA
  • UFSC realiza testes com fumaça para detectar origem das águas que chegam aos córregos na instituição

    Publicado em 12/11/2018 às 17:42

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, com a ajuda de uma equipe da Casan, irá realizar testes de fumaça para identificar a origem das contribuições pluviais ainda não identificadas aos córregos da UFSC. A operação será nesta terça-feira, 13 de novembro, a partir das 9h30. A equipe irá utilizar um equipamento insuflador de fumaça, com pressão suficiente para atingir até 400 metros de distância. A fumaça não é tóxica, sendo atestada pelos órgãos de controle, mas poderá gerar incômodo visual próximo aos locais de saída de fumaça ou ser confundida com incêndio.

    A operação visa identificar a origem das águas que chegam aos córregos da UFSC, indicando se provenientes de tubulações pluviais (da chuva) ou de esgoto. A fumaça será injetada nas tubulações no ponto de chegada aos córregos, irá percorrer as tubulações até sair pelos pontos altos, como bueiros, tampas, e podem até mesmo sair por pias, ralos, e demais instalações hidráulicas que contribuem aos córregos irregularmente.

    A verificação das redes de drenagem da UFSC com aplicação de fumaça inicia às 9h30, na ponte nos fundos da Editora da UFSC. A equipe irá percorrer o trecho até a ponte entre o Centro de Eventos e a Reitoria, abrangendo as seguintes edificações: EGR, Editora da UFSC, NUMA, Centro de Eventos, LabCAL, Arquitetura, Fundação Certi e CDS. Somente neste trecho, há oito pontos de lançamento no córrego onde não há identificação da origem. Os trabalhos devem se estender até as 17h. 

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental solicita aos responsáveis pelos locais que, se visualizarem fumaça, informem as equipes da Coordenadoria de Gestão Ambiental e Casan que estarão no local, ou pelo telefone no (48) 3721-4228. A identificação dos locais de saída da fumaça é fundamental para a correção das ligações irregulares e o sucesso da operação.

    Desde 2015, a UFSC conduz estudos para a recuperação da qualidade da água dos córregos que atravessam o campus Trindade, com monitoramento da qualidade de água, caracterização dos cursos da água e das fontes de poluição interna e externa ao campus, e proposições de recuperação. Atualmente, há uma comissão formada por técnicos-administrativos da Coordenadoria de Gestão Ambiental, Coordenadoria de Planejamento e Departamento de Arquitetura e Projetos da Secretaria de Obras e Meio Ambiente e do Gabinete da Reitoria com o objetivo de encaminhar aos órgãos competentes um Plano de Recuperação dos Córregos cujas fontes de poluição são inerentes ao campus da UFSC.

    A operação será cancelada em caso de chuvas, e transferida para a próxima semana.

    Mais informações pelo ramal 4228.

    Notícia: Agecom UFSC


  • Semana Campus Lixo Zero UFSC

    Publicado em 18/10/2018 às 17:03

    Atenção!

    Mutirão de limpeza no Horto do HU CANCELADO por conta da forte chuva! Em breve remarcaremos a ação!

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    A “Semana Campus Lixo Zero da UFSC 2018”, já está em sua 4ª edição e ocorrerá entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro de 2018.
    O evento, gratuito e aberto ao público, tem por objetivo a promoção da sustentabilidade, buscando a mudança de atitudes por meio de reflexão e vivências de temas atuais relacionados a resíduos.
    Na programação estão previstas mesas redondas, oficina, mutirão de limpeza e mostra de iniciativas da comunidade universitária relacionadas a resíduos e a diminuição do consumo. Nesse ano, a temática principal das mesas redondas será o plástico que, será abordado sobre diferentes óticas.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    INSCRIÇÕES

    • Mesas Redonda: (30 de outubro – Auditório da Reitoria): https://bit.ly/2pPIfHf *
    • Oficina Vermicompostagem (31 de outubro): https://bit.ly/2yjsBHM *
    • Mutirão de Limpeza da UFSC (31 de outubro – entorno do Horto do HU): sem necessidade de inscrições
    • Mostra de iniciativas da comunidade universitária relacionadas a resíduos e a diminuição do consumo (30 de outubro – Hall da Reitoria): sem necessidade de inscrições

    * Todos os participantes receberão certificados de participação.

     


  • Convite – Planeta Doc. Conferência

    Publicado em 02/10/2018 às 18:30

    Não é mais possível desenvolver dois conjuntos paralelos de medidas, um para responder às necessidades sociais – “salvar a humanidade” – e outro para responder aos danos ecológicos “salvar o planeta”. O objetivo atual é combinar essas duas exigências solidárias nas perspectivas de ação conhecida como socioambiental. A percepção da existência  de limites do planeta, da degradação e dos riscos ecológicos, bem como das consequências humanas dramáticas destas degradações nos força, desde já, a repensar as relações entre sociedade-natureza e a considerar danos ignorados por muito tempo.

    PLANETADOC-CONFERENCIA-FINAL-1

    Esse é o objetivo do III Planeta. Doc Conferência, que esse ano abordará oceanos e biodiversidade, junto com alguns dos melhores cases socioambientais de Florianópolis.

    Quando?  16 de Outubro de 2018.

    Onde?  Auditório Garapuvu – Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

    O quê? Serão 35 palestrantes nacionais e internacionais sobre oceanos e biodiversidade e cases socioambientais de Florianópolis. A programação completa estará disponível em breve através do site https://www.planetadoc.com/conferencia-2018/.

    Inscrições: O evento é gratuito e para participar basta inscrever-se no site:  https://www.sympla.com.br/planetadoc-conferencia-2018__368816.

    O Planeta.Doc Conferência faz parte das ações da Semana Nacional De Ciência e Tecnologia – MCTIC e SEPEX/UFSC – 2018 e da 5ª Edição do Festival Internacional de Cinema Socioambiental PLANETA.doc.

    Pensando na importância do tema, a Gestão Ambiental UFSC apoia esse projeto. Participe também dessa oportunidade de escutar e motivar-se sobre o mundo em que vivemos!

     


  • Número de cidades brasileiras que usam lixões cresceu 3% entre 2016 e 2017

    Publicado em 01/10/2018 às 16:23

    Há oito anos atrás, a Política Nacional de Resíduos Sólidos previa o fim dos lixões no Brasil. Eles são responsáveis pela contaminação dos solos, água e também pela poluição do ar, fazendo com que o País se comprometesse a eliminá-los. Mas segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2017, divulgado na última sexta pela Abrelpe, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o resultado vem sendo o oposto.

    O aumento de 3% representa 51 municípios e a maioria das cidades se localizam na região Nordeste (53% do total) e norte (15%), segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos 2017.O total direcionado para esses locais em 2017 foram 13 milhões de toneladas de lixo, suficientes para encher 160 estádios do Maracanã.

    Os estudos do Panorama da Abrelpe também mostram que o brasileiro também descartou mais resíduos sólidos, totalizando 78 milhões de toneladas em 2017, com uma alta de 1% em relação a 2016. Cada pessoa gerou cerca de 380 quilos por ano.

    Link da matéria: https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/212394/numero-de-cidades-que-fazem-uso-de-lixao-registra-.htm

     

    Escrito por Luiza Della Giustina/ Estagiária de jornalismo da Coordenadoria de Gestão Ambiental UFSC


  • Curso “Sustentabilidade para os administradores de edifícios”

    Publicado em 14/09/2018 às 18:08

    Atenção administradores de edifícios da UFSC:

    O curso “Sustentabilidade para os administradores de edifícios” é pensado para vocês! Com o intuito de capacitar os participantes sobre as temáticas sustentáveis no âmbito da UFSC e na manutenção adequada sob o viés da sustentabilidade, serão trabalhados temas como: Consumo;  Aedes Aegypti; Acessibilidade e Preventivo de Incêndio;  Energia; Água e Esgoto; Áreas Verdes; Animais e Resíduos.Capacitação-Administradores-de-edifício

    Período do curso: 02/10/2018 a 25/10/2018

    Horário: 8h às 12h.

    Dias: 02, 09, 16, 18, 23 e 25/10.

    Carga Horária: 24h

    Local de Realização: Sala Girassol – 3º andar do Centro de Cultura e Eventos da UFSC

    Inscrições até o dia 24/09 e mais informações no site http://sgca.sistemas.ufsc.br/publico/programacaoAtual.xhtml


  • Curso Educação Ambiental no Âmbito Organizacional

    Publicado em 14/09/2018 às 15:56

    Você é servidor da UFSC?

    O curso Educação Ambiental no Âmbito Organizacional é para você! Pensado para capacitar os servidores da UFSC sobre a problemática ambiental, permitindo o desenvolvimento de um pensamento crítico, o consumo responsável e a prática de ações sustentáveis no seu cotidiano.

    Período do curso: 01/10/2018 a 26/11/2018

    Carga Horária: 30h

    Local de Realização: Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem – Moodle

    Inscrições até o dia 23/09 e mais informações no site http://sgca.sistemas.ufsc.br/publico/programacaoAtual.xhtml


  • 5 de Setembro, dia da Amazônia!

    Publicado em 05/09/2018 às 18:06

    Dia 5 de Setembro, é celebrado o dia da Amazônia. A data remete a quando D. Pedro II decretou a criação da Província do Amazonas, hoje Estado do Amazonas. Mais do que história, é um lembrete da importância de se preservar a maior floresta tropical do mundo, lar de diversas espécies e povos típicos.

    Foto: Agência Brasil

    Sobre a Amazônia

    A floresta estende-se por oito estados brasileiros e países sul americanos, contando com uma área de 4,196.943 milhões de km² (IBGE,2004), maior que o país da Índia.  Dessa área, 60,1% está em território brasileiro, reforçando a importância do país na preservação.

    Sua fauna é extremamente rica, contendo 20% das espécies de animais existentes no mundo todo. Algumas delas são endémicas, ou seja, exclusivas da região, como o boto-cor-de-rosa, o galo-da-serra, a tartaruga-mata-mata, o sapinho-de-folhiço e o acará-disco. A flora é formada por três tipos: mata de várzea, mata de igapó e mata de terra firme. Como a floresta é muito úmida e passa por períodos de cheias e inundações, essa característica divide os tipos de vegetação existentes: o que não é inundado (terra firme), o de transição (várzea) e o inundável (igapó). A vitória-régia, castanha-do-pará, o cupuaçu são exemplos de riquezas exclusivas da Amazônia. A hidrografia é igualmente rica, contendo a maior bacia do mundo em extensão e densidade. Nos seus rios vivem 16% das espécies de peixe de água doce do planeta.

    Ameaças

    Desde 1988, foram desmatados 421.870 km², que equivalem aproximadamente à área da Suécia.  Diversas atividades são responsáveis por esse e outros impactos negativos, quando pensadas apenas pelo viés econômico. Justamente por ser um local muito rico, é alvo de exploração comercial.  A plantação de soja, a pecuária e a derrubada de árvores na busca de madeira são exemplos de atividades que impactam a floresta, junto a busca por matéria-prima. Além das grandes alterações, todo tipo de influência no bioma pode resultar em grandes impactos ambientais. Por exemplo, a extração incorreta de madeira, mesmo que em pequena escala, pode alterar a composição florística e consequentemente os animais que vivem ali. O alerta é de Hélder Queiroz, pesquisador do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM).

    Por que é tão importante preservar?

    Foto: Reuters

    Além de ser possuir uma biodiversidade gigantesca, as árvores amazônicas também colaboram com a diminuição da quantidade de CO2 no planeta. Por meio da fotossíntese, o gás carbônico (CO2) é retirado da atmosfera e o gás oxigênio (O2) é liberado no lugar. O gás carbônico, lançado diariamente em diversas atividades humanas, é um dos responsáveis por diversas mudanças climáticas no planeta. Vale a pena salientar a  variedade de plantas medicinais que podem ser encontradas no local, sendo que grande parte não foi estudada e  pesquisada ainda.

    Luiza Della Giustina/Jornalista da Coordenadoria de Gestão Ambiental/UFSC

    Fontes:

    1https://www.nexojornal.com.br/grafico/2017/08/25/O-desmatamento-da-floresta-amaz%C3%B4nica-por-estado-e-munic%C3%ADpio

    2https://www.ecodebate.com.br/2013/07/03/a-destruicao-dos-ecossistemas-brasileiros-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/

    3http://agencia.fapesp.br/ameacas-a-amazonia-vao-muito-alem-das-queimadas/17908/

    https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/amazonia1/ 


  • Atividade de Educação Ambiental contra a dengue ocorre no Córrego Grande

    Publicado em 28/06/2018 às 20:39

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e Comissão de Combate à Dengue na UFSC realizaram, dia 26 de junho, atividades de Educação Ambiental relacionadas ao mosquito Aedes aegypti,  transmissor da dengue. Foram visitados principalmente os prédios localizados no bairro Córrego Grande, devido as ocorrências de focos do mosquito recentes e de possíveis ameaças, como acúmulos de água parada, pneus abandonados, lixo em áreas externas e outros. A atividade tinha como objetivo conscientizar os servidores e terceirizados da Universidade a respeito da dengue, seus sintomas e suas situações mais comuns.

    Entre os setores visitados, estavam o Departamento de Manutenção Predial e de Infraestrutura (DMPI), manutenção de ar-condicionado e elétrica, Almoxarifado e Almoxarifado Central, carpintaria, Biotério Central e a obra do novo prédio do Centro de Ciências Biológicas.

    Organizando a atividade, estavam Allisson Castro, Bianca Bennemann, Bruna Raupp e Demétrio Gomes. Foto: Evite a Dengue/UFSC

    Entre os assuntos discutidos, estavam as ações que podem ser feitas para se evitar a dengue. As vias principais são o recolhimento de resíduos que podem acumular água e evitar jogar lixo fora das lixeiras adequadas. Além disso, recomenda-se entrar em contato com a CGA ou denunciar pelo e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

    Uma das atividades educativas consistiu em mostrar aos participantes fotos tiradas no local, para que eles considerassem quais situações eram focos do mosquito da dengue. Também foram distribuídos cartazes e cartilhas pelos prédios e para os servidores. Alguns setores relataram suas experiências. O Biotério Central, por exemplo, limpa diariamente seus bebedouros de animais e observa com regularidade se há acúmulo de água no setor. Entretanto, ainda foram relatados problemas gerais de calhas entupidas, resíduos expostos, e acúmulo de água em poças por semanas. A Comissão de Combate à Dengue na UFSC coletou as informações e direcionou aos setores responsáveis para sua mitigação.

    Cartazes distribuídos pelos prédios. Foto: Evite a Dengue/UFSC


  • Feedback da Semana do Meio Ambiente 2018

    Publicado em 25/06/2018 às 17:14

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC quer saber: qual foi sua experiência com a Semana do Meio Ambiente 2018? Ao responder as perguntas do formulário neste link, você estará ajudando a construir um evento cada vez mais participativo, conscientizador e sustentável. Contamos com a colaboração de todos! 


  • Mesas redondas confirmadas – Visitas e Oficinas alteradas – Programação da SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2018

    Publicado em 28/05/2018 às 15:16

    As mesas redondas que serão realizadas nessa terça-feira (29/05) estão CONFIRMADAS.

     

     

     

     

    Devido a greve da classe dos caminhoneiros e a falta de mobilidade, algumas datas e horários da programação sofrerão alterações. Todos os que se inscreveram já foram notificados via e-mail ou WhatsApp.

    Segue a programação atualizada: